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Quais são as vantagens de investir diretamente no Mercado Americano?

21.Maio.2020

Possibilitar que o investidor brasileiro se torne um investidor global é um dos propósitos da Convex Research desde sua fundação. O objetivo com esta proposta de mudança na cultura nos investimentos é permitir que o investidor preserve o seu capital e atravesse os tempos com ganhos consistentes. 

Diferente do que muitas pessoas podem imaginar, não é preciso ser um investidor qualificado ou milionário para investir diretamente no mercado americano, considerado o maior mercado financeiro mundial. Atualmente, existem soluções que permitem ao brasileiro ter acesso a este cardápio de investimentos como se realizasse uma TED, por exemplo. 

Além de ter à disposição mais alternativas de ativos, outro fator importante para considerar o investimento direto nos Estados Unidos está o fato desta ser uma maneira simplificada de se proteger da variação cambial. Considerando que boa parte das despesas do brasileiro está cada vez mais dolarizada, ter parte dos investimentos em dólar passa a ser uma estratégia importante na preservação do poder de compra. 

Confira principais benefícios de se tornar um investidor global, investido diretamente no mercado americano: 

1. Dolarização dos Investimentos 

A dolarização dos investimentos é um ponto de partida para quem quer se expor aos mercados globais e garantir a preservação do seu capital. Considerando que parcela significativa dos gastos nos dias de hoje são em dólares, ter parcela dos investimentos dolarizados é essencial em uma estratégia que privilegie a diversificação de ativos. Além disso, ter parte do patrimônio exposto a uma moeda forte, como o dólar, pode ser considerada uma maneira simplificada para se proteger da variação do câmbio no Brasil. 

E se a Bolsa dos EUA cair? Nesse caso, é muito provável que no Brasil a Bolsa caia e o dólar suba em relação ao real. Neste caso, o brasileiro vai poder estabilizar o patrimônio em reais. Outra maneira de adotar uma exposição convexa, é investir no Brasil, através do mercado americano. 

2. Maior variedade de ativos à disposição do investidor

No Brasil há 328 empresas listadas, enquanto no mercado americano são 5.400. Os EUA representam 46,4% do mercado acionário mundial, enquanto o Brasil responde por 1,29% no valor de mercado total das empresas negociadas em bolsa.

Na Bolsa brasileira praticamente não existem setores que englobam algumas das maiores empresas do mundo, como as de tecnologia ou de biotecnologia. Além de ações de mais de 5.000 empresas, os EUA possuem quase uma outra Bolsa à parte com a negociação dos ETFs (fundos de investimento com cotas negociadas em Bolsa).

No Brasil há pouco mais de uma dezena de ETFs, a maioria não tem liquidez e só é possível negociar índices de ações. Já nos EUA é possível negociar ETFs de índices de ações, de índices e títulos de renda fixa, de índices de volatilidade, de commodities, de operações vendidas, e muitos outros.

3. Ambiente regulatório com regras claras e segurança jurídica

Um dos diferenciais de mercados financeiros mais maduros em relação ao de países emergentes é o ambiente com regras claras e segurança jurídica. 

Nenhum investidor quer se expor a um mercado com constantes mudanças na legislação, no regime tributário e que em situações extremas pode ocorrer quebra de contrato.

Um exemplo recente é o debate em relação a mudança na tributação de Fundos Imobiliários. Atualmente os rendimentos para pessoa física são isentos do imposto de renda, mas está em discussão o fim desta isenção.

4. Conversibilidade 

Este é um aspecto que normalmente fica fora do radar dos investidores, a questão da conversibilidade.

As exposições a ativos dolarizados no Brasil são formas indiretas, o investimento acompanha a variação cambial, mas a aplicação é feita e recebida em reais. Portanto, o investidor não está exposto diretamente ao dólar e está sob o risco de conversibilidade, já que pode não conseguir trocar seus reais por dólares. O investimento em dólares no Brasil é diferente do feito diretamente nos mercados globais. No Brasil, há o risco de controles administrativos nas transações de moeda estrangeira, como tributos que podem incidir nas transações ou até mesmo o controle de capitais, com limitações mensais para a troca de moeda estrangeira, como ocorre atualmente na Argentina.

 

Tem interesse em se tornar um investidor global? Fale conosco no contato@convexresearch.com.br 

 

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